1. Quais documentos ele emite
- NF-e: vendas de mercadorias entre empresas.
- NFC-e: vendas no balcão ao consumidor final.
- NFS-e: prestação de serviços.
- CT-e: conhecimento de transporte, para quem presta serviço de frete.
- MDF-e: manifesto que reúne os documentos da carga transportada.
Desconfie de sistemas em que cada documento depende de um programa separado: é aí que os números começam a não bater. Se tiver dúvida sobre os três primeiros, veja a diferença entre NF-e, NFC-e e NFS-e.
2. Como ele trata a tributação
O imposto certo depende do cadastro do produto e da operação: NCM, CFOP, CST ou CSOSN, regime tributário. Pergunte se o sistema permite regras por produto e por tipo de operação, e se o seu contador consegue revisar essas regras com facilidade.
3. Atualização com a legislação
As regras fiscais mudam o tempo todo, e a reforma tributária trouxe novos campos para IBS e CBS nos documentos. O fornecedor deve atualizar o sistema sozinho, sem custo de projeto a cada mudança.
4. Entrada de notas pelo XML
Importar o XML das notas de compra evita digitação, acerta custos e alimenta o estoque. É um dos recursos que mais economizam tempo no dia a dia.
5. Obrigações acessórias
Veja se o ERP gera os arquivos que seu contador precisa, como SPED Fiscal e SPED Contribuições, e se exporta os XML organizados por período.
6. Contingência e suporte
- O que acontece se a SEFAZ ficar fora do ar? Há emissão em contingência?
- O suporte é humano e responde rápido quando uma nota é rejeitada?
- A implantação inclui a configuração fiscal com você e seu contador?
Veja como ele resolve isso no dia a dia da sua empresa.
